Intraempreendedorismo: habilidade para inovar dentro das organizações como colaborador

O conceito de empreendedorismo é revisitado constantemente na realidade atual do mercado de trabalho. No entanto, uma atitude empreendedora não parte necessariamente da criação de um novo negócio. Esta é a essência do chamado intraempreendedorismo: a habilidade para inovar e trazer resultados à empresa como colaborador.

Portanto, se você é apaixonado pelo que faz e deseja assumir uma posição de liderança ainda maior para ajudar sua companhia a crescer, saiba que é totalmente possível concretizar esse objetivo.

Siga a leitura, explore os insights e veja como é possível empreender dentro dos limites de uma organização já estabelecida.

Intraempreendedorismo

Conceito de intraempreendedorismo: a essência da inovação

O termo intraempreendedorismo deriva da expressão “intrapreneur”, termo da Língua Inglesa que designa o “empreendedor interno”. É, portanto, utilizado para referenciar os colaboradores que ajudam a reinventar os processos e produtos/serviços dentro da organização em que atuam.

É impossível falar em intraempreendedorismo sem abordar o conceito de inovação. Em artigo publicado na Harvard Business Review, o professor da Escola de Negócios de Harvard, Vijay Govindarajan e o autor do livro “Innovation Engine”, Jatin Desai, sinalizam que o banco de inovação corporativa de qualquer organização são seus intraempreendedores.

O intraempreendedorismo fomenta o aperfeiçoamento, a criatividade e a renovação das empresas – aspectos imprescindíveis à sua sobrevivência no contexto de um mercado sujeito a transformações constantes. Não à toa, a inovação aparece entre as três prioridades estratégicas de 85% das 108 companhias consultadas em levantamento feito para o anuário Valor Inovação Brasil 2017.

Podemos concluir, portanto, que o intraempreendedorismo é extremamente benéfico à saúde das corporações. Afinal, ele permite aos colaboradores que tenham suas ideias e competências aproveitadas, aumentando a autoestima profissional e mantendo a motivação elevada.

É claro que a companhia, por sua vez, também irá colher os resultados positivos dessa abertura à inovação.

Como se tornar um colaborador intraempreendedor? 3 aptidões importantes

Agora que você já compreendeu melhor o que é o conceito de intraempreendedorismo, vale a pena colocar o aprendizado em prática. Para isso, fique atento às três competências inerentes a um excelente intrapeneur:

1)   Observar os processos da empresa com um olhar analítico

O intraempreendedor é aquele colaborador que não se contenta em simplesmente “ir para o emprego”. Ele executa suas funções, mas sempre com uma visão analítica, verificando como os processos podem ser otimizados ou aprimorados na rotina de uma empresa.

Nas palavras de Govindarajan e Desai, intraempreendedores estão “sempre pensando um passo à frente, com foco no futuro. O aprendizado é como oxigênio para eles”.

2)   Expor suas ideias com autenticidade e integridade

Mais do que ter boas ideias, um excelente intraempreendedor sabe como expô-las. Ele compila dados e, entre reuniões, tarefas e conversas, é capaz de formular soluções com o objetivo de melhorar a estrutura e os produtos/serviços da empresa. O comportamento proativo, porém, não abre margem para a arrogância.

O intraempreendedor bem sucedido sabe apresentar suas ideias com confiança, mas sem perder a humildade.

3)   Perder o medo de errar

Por fim, se você tem o objetivo de se destacar como intraempreendedor, lembre-se de que propor e fazer algo inovador sempre implicará em correr riscos. Por isso, adote o mindset de crescimento e perca o medo de errar. Na pior das hipóteses, a mancada servirá como fonte de aprendizado. Não se contente apenas em cumprir sua função. Vá além!

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O que é mindset de crescimento e como aplicar essa habilidade na gestão

A palavra “mindset” é pronunciada com uma frequência tão assídua no meio corporativo que, de certa forma, já se tornou banal. No entanto, a discussão sobre modelos mentais é mais atual do que nunca. Afinal, em termos práticos, o que é mindset de crescimento? Ele pode, verdadeiramente, ter um impacto expressivo nas empresas?

Nesta matéria, reunimos as principais ideias acerca do conceito para demonstrar de que forma essa filosofia de pensamento irá contribuir em seu modelo de gestão e ajudar sua empresa a prosperar.

O que é mindset

O que é mindset e como se aplica no contexto exponencial

Não é por acaso que o livro “Mindset”, da psicóloga norte-americana Carol Dweck, retornou às estantes em destaque nas principais livrarias do Brasil em 2018. Em seu primeiro lançamento, no ano de 2006, a obra já havia vendido mais de 800 mil exemplares. Porém, compreender os conceitos que a autora traz nunca foi tão indispensável quanto agora.

O motivo é claro: na era de startups e organizações exponenciais, lidar com a transformação feroz e a atualização de processos e tecnologias com uma mentalidade aberta é uma competência indispensável ao CEO. Sem ela, torna-se muito difícil – para não dizer impossível – sobreviver.

Essencialmente, em sua obra Dweck apresenta dois modelos mentais principais nos quais os gestores – e todas as pessoas, em diferentes áreas da vida -, se enquadram: o mindset fixo e o mindset de crescimento. Ambos são caracterizados pela autora a partir de uma série de estudos conduzidos por ela e sua equipe na Universidade de Stanford.

De forma resumida, Dweck define as pessoas com “mentalidade fixa” como aquelas que consideram o talento como algo nato e que, portanto, não estão abertas ao aprendizado. Pelo viés do mindset fixo, o erro é motivo de vergonha. É a comprovação de que não são capazes de realizar algo. Para elas, erro é sinônimo de fracasso.

As pessoas com “mentalidade de crescimento”, por sua vez, enxergam o erro como uma oportunidade de aprendizado. Por adotarem essa perspectiva, elas passam a se apaixonar pelos desafios e creem que o fracasso nada mais é do que uma chance de crescer e desenvolver novas habilidades.

Considerando que a tecnologia exige das empresas reinvenção constante, mesmo que às custas de alguns erros no caminho, o mindset de crescimento é uma poderosa ferramenta para qualquer gestor.

Estratégias para desenvolver o mindset de crescimento na gestão

Agora que já relembramos a essência por trás da mentalidade de crescimento, vamos ao essencial: como colocá-la em prática? Veja, abaixo, três estratégias para implementar o modelo mental na sua filosofia de gestão:

1)   Utilize as críticas como subsídio para evoluir

Assim como os colaboradores, os gestores de uma empresa devem estar abertos a receber feedback. Não encare as críticas como uma forma de ofensa pessoal. Pelo contrário: esteja aberto a ouvir, dê voz à sua equipe e saiba filtrar as informações com o objetivo de aprimorar cada vez mais o seu modelo de gestão.

2)   Encare os desafios como oportunidades de aprendizado

Se há uma certeza no mundo dos negócios é a de que os desafios sempre vão aparecer. Conforme Dweck, o gestor com uma mentalidade de crescimento é aquele que encara os momentos difíceis de frente e toma decisões assertivas ciente de que, na pior das hipóteses, um eventual erro será uma oportunidade de aprender e evoluir.

3)   Nunca pare de se desenvolver

Embora seguros de si, gestores com mindset de crescimento estão sempre procurando evoluir. Assuma uma posição de humildade e entenda que sempre é possível aprimorar mais suas habilidades como gestor – e como ser humano. Siga estudando e cerque-se de pessoas que contribuam para a sua formação intelectual e pessoal.

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Habilidades de comunicação e expressão indispensáveis aos profissionais de startups

As habilidades de comunicação e expressão são indispensáveis aos profissionais que almejam se destacar em qualquer ramo de atuação. Isso não é novidade. Os ruídos nos processos comunicacionais estão entre os principais fatores responsáveis por falhas críticas que poderiam ser evitadas na rotina das empresas.

Prova disso apareceu em uma pesquisa realizada pelo Project Management Institute Brasil (PMI) e divulgada pela Revista Exame, em 2017. O levantamento indicou que, para 76% de um total de 300 grandes empresas, as falhas de comunicação no ambiente de trabalho são o principal motivo de fracasso em diferentes atividades corporativas.

A questão se faz ainda mais urgente no contexto das startups, companhias que prezam pela inovação constante e pela velocidade na atualização de produtos e serviços. No cenário em que essas empresas estão inseridas, a habilidade de comunicação é uma necessidade primordial.

Por isso, nesta matéria, reunimos alguns insights sobre como você pode melhorar suas aptidões de comunicação com foco no mercado atual.

Habilidades de comunicação e expressão

Como desenvolver habilidades de comunicação e expressão?

Observe, abaixo, quatro estratégias interessantes para que você comunique melhor suas ideias em um ambiente de trabalho inovador:

1) Treine sua capacidade de ouvir

Pode até parecer paradoxal, mas uma das habilidades de comunicação que poucos profissionais dominam atualmente é a capacidade de ouvir o outro. Procure escutar as opiniões de seus líderes e colegas sem julgamentos e com atenção, ainda que você não concorde com tudo o que dizem.

Ao escutar, de fato, o que o seu gestor ou cliente diz, você poderá ser realmente assertivo na hora de responder e expor seu ponto de vista.

2) Mantenha a calma na hora de falar e utilize pausas

Muitas vezes, nos atrapalhamos na tentativa de traduzir em palavras o que pensamos. Portanto, tenha calma. Reflita antes de falar e procure, sempre, respirar e fazer pausas para que consiga se expressar bem – especialmente nos momentos de estresse ou tensão.

3) Estruture sua comunicação com foco

Antes de verbalizar algo, reflita: qual é, verdadeiramente, a mensagem que eu desejo transmitir? Qual é o objetivo dessa conversa? Assim, você poderá escolher as melhores palavras para traduzir o que você deseja comunicar.

4) Parafraseie e certifique-se de que transmitiu a mensagem com clareza

Uma boa comunicação só funciona quando o outro realmente compreende o que você quis dizer com determinada mensagem. Por isso, se for necessário, utilize analogias ou parafraseie sua ideia com exemplos, certificando-se de que você realmente foi claro.

Reflexos do desenvolvimento das habilidades de comunicação

Há quem se engane por imaginar que, como as startups são empresas comumente focadas em tecnologia, as habilidades de comunicação podem ficar em segundo plano. No entanto, é justamente pelas mudanças constantes pelas quais o mercado passa que comunicar-se com assertividade é indispensável aos profissionais que atuam nesse formato de negócio.

Para que projetos de tecnologia saiam do papel, são necessárias equipes. Para que equipes sejam bem sucedidas na implementação de projetos, a comunicação é a base. Ao treinar as aptidões que mencionamos nesta matéria, você provavelmente perceberá que:

  • Haverá menos ruído entre as tarefas compartilhadas entre você e seus colegas, contribuindo para um fluxo de trabalho eficiente, com menor necessidade de retrabalho.
  • A relação entre você e seus colegas será mais tranquila e prazerosa.
  • O fluxo de trabalho pautado por uma comunicação clara e transparente irá gerar melhores resultados na entrega de projetos e, consequentemente, no nível de satisfação do seu cliente.
  • Suas ideias vão ser validadas com mais frequência e você se tornará um colaborador verdadeiramente capaz de contribuir para o sucesso da empresa onde atua.

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Essencialismo no mercado de trabalho: como dizer não e melhorar a qualidade dos seus resultados

O medo atrelado à ideia de proferir um não mal interpretado faz com que muitos colaboradores assumam um volume de tarefas irreal e prejudiquem a qualidade de seus resultados.

A temática é tão atual que virou pauta de um livro de 257 páginas, intitulado “Essencialismo”. O best seller do New York Times foi escrito pelo norte-americano Greg McKeown, palestrante requisitado no Vale do Silício e um dos blogueiros mais aclamados da Harvard Business Review.

Na obra, McKeown retoma a essência do “menos é mais”. Ele traz diversos insights poderosos, ilustrando como, ao aprender a dizer não, fica mais fácil direcionar o foco de atenção na vida profissional e obter mais êxito naquilo que você se propõe a fazer.

Portanto, se você deseja aprender como dizer não com educação, siga a leitura e confira algumas estratégias eficientes.

como dizer não

Como dizer não de maneira educada: 3 estratégias

“Se não for um sim óbvio, é um não óbvio”, escreve McKeown. Mas como não decepcionar alguém ao proferir um não? Como fazer isso com maestria e educação, de modo a ganhar respeito pela decisão tomada?

Veja, abaixo, três caminhos interessantes:

1)   Use a pausa embaraçosa em seu favor

Antes de aceitar fazer parte de um projeto ou assumir determinada tarefa, faça uma pausa.

Mesmo que o silêncio após o pedido pareça embaraçoso, procure utilizá-lo em seu favor para refletir. Conte até três antes de dar o veredito.

Se você estiver sobrecarregado, encare a pessoa nos olhos e diga: “sinto muito, mas realmente não posso assumir isso agora, pois não gostaria de me comprometer sem ter a certeza de que poderei cumprir a demanda”.

2)   Sugira uma alternativa

Uma forma muito respeitosa e colaborativa de dizer não é apresentar outras alternativas à pessoa. Por exemplo: se você não pode assumir um projeto, por que não indicar outro colega que talvez tenha interesse?

Experimente dizer “Infelizmente, não posso assumir isso agora. Mas talvez meu colega ‘y’ se interesse em levar a ideia adiante!”.

3)   Responda um “não” suave por e-mail

Antes de dizer sim sem pensar, explique à pessoa em questão que você irá avaliar sua agenda para dar um retorno. Depois de refletir, se você realmente não puder assumir um determinado projeto, uma opção é passar um feedback por e-mail.

Escreva algo como: “eu adoraria participar do projeto, mas infelizmente não posso no momento. No entanto, adoraria voltar a conversar diante de uma nova oportunidade futura e sou muito grato por você ter lembrado de mim”.

A importância do não para a sua carreira profissional

Saber dizer não é, de fato, uma arte. Por isso, dominá-la pode ser um verdadeiro diferencial competitivo. Em Essencialismo, McKeown ilustra o porquê disso. Entre as vantagens de aprender a dizer não, ele enfatiza:

  • Você deixará de simplesmente reagir ao que é mais urgente e retomará o controle de sua agenda e de suas tarefas;
  • Você não irá mais se sentir sobrecarregado e perdido, sem saber se não deixou algo importante para trás em meio ao volume de atividades;
  • Você não precisará mais tentar forçar a execução das tarefas sempre de última hora, evitando estresse e má qualidade no resultado.

Somando todos esses fatores, o resultado daquele não inicial o tornará um profissional mais confiável. Afinal, você sempre terá a certeza de que efetivamente irá cumprir aquilo a que se propõe.

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5 características do Líder Coach que você pode adotar em sua postura profissional

A capacitação em Líder Coach atrai cada vez mais adeptos, principalmente gestores que objetivam aprimorar seu portfólio de estratégias voltadas à liderança. Em tempos de transformações ferozes pautadas pelas novas tecnologias, empresários apostam na ferramenta mais poderosa de desenvolvimento pessoal: a educação.

Os números traduzem tais afirmações. Um levantamento realizado pela Internacional Coach Federation (ICF), divulgado em 2017, sinalizou que o mercado de coaching já conta com 53 mil profissionais ao redor do mundo, movimentando impressionantes US$ 2,3 bilhões.

No entanto, gestores que desejam adotar uma postura de liderança alinhada com as exigências atuais do mercado não precisam, necessariamente, matricular-se em uma formação de coaching. Há características do Líder Coach que podem ser espelhadas e, com um pouco de atenção, desenvolvidas em qualquer rotina empresarial.

Para saber quais são elas, siga a leitura e explore todos os insights que reunimos nesta matéria.

Líder Coach

O que é o Líder Coach?

Naturalmente, não existe um único formato de liderança. Mas isto é fato: a mentalidade simplória do “eu mando e você obedece” é um estilo já defasado de gerir equipes, incondizente com uma realidade de mercado que caminha em direção ao modelo colaborativo. O Líder Coach sabe disso.

Conforme define José Roberto Marques, presidente do IBC Coaching, em artigo publicado no seu blog pessoal, o Líder Coach é um profissional que “conduz sua gestão por meio do exemplo, pois o comportamento de seus liderados é o reflexo de suas próprias ações”.

Em outros termos, a liderança que usufrui das metodologias de coaching sabe que suas ações devem ser fonte de inspiração e motivação para a equipe diariamente. Inclusive, quando algo dá errado. É nesse momento que o Líder Coach estimula seus colaboradores a refletirem e buscarem novas soluções, ao invés de simplesmente repreendê-los.

De forma geral, a liderança baseada no modelo de coaching está atenta às novas demandas corporativas, sociais e humanas. Seu foco é liderar e, ao mesmo tempo, capacitar e estimular a equipe.

Conheça 5 características essenciais da Liderança Coach

Agora que você conhece um pouco mais sobre a essência do Líder Coach, é válido reforçar: a liderança é um processo de aprimoração constante.

Por isso, se você deseja desenvolver suas competências nesse quesito, certifique-se de ter em mente 5 habilidades importantes do Líder Coach:

1)   Dar e receber feedback de maneira assertiva

Como preza pela liderança através do exemplo, o Líder Coach sabe dar – e receber – feedback de forma consistente acerca do desempenho da equipe e de seu próprio desempenho. Isso ajuda a evitar ruídos no diálogo entre colaboradores e a manter a autoestima profissional do time elevada, contribuindo para a produtividade.

2)   Aceitar e ouvir contribuições

O Líder Coach não centraliza o processo de gestão somente em si. Ele possui flexibilidade e está disposto a ouvir as contribuições e ideias de seus colaboradores sobre os processos e produtos da companhia.

3)   Desenvolver uma visão sistêmica

Uma analogia interessante é enxergar o Líder Coach como uma águia. Ele observa seu negócio sob uma ótica ampliada. Ao tomar decisões, não analisa fatos de forma isolada. Ele parte de uma perspectiva macro.

4)   Focar na resolução de problemas – sem julgamentos

A liderança embasada pelos princípios do coaching adota uma postura resolutiva e, de certa forma, otimista em relação aos processos. Quando algo dá errado, o Líder Coach foca na solução e revê o que pode ser melhorado para evitar novos equívocos.

5)   Aprender cada vez mais sobre o comportamento humano

A essência do processo de gestão é o ser humano. Por isso, o Líder Coach é aquele que se aprofunda em leituras e consome conteúdos relacionados à psique e biologia humanas, com impacto direto nas questões do dia a dia.

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Como montar um negócio lucrativo inspirado no seu hobby? 4 aptidões que você precisa dominar

Aprender como montar um negócio lucrativo e transformar paixão em negócio. Isso é mais do que um sonho enraizado no imaginário dos brasileiros. Em um país culturalmente efervescente, permeado por uma energia criativa pulsante, o empreendedorismo se reinventa a todo instante – principalmente em tempos de crise.

Não é mera especulação. Os dados mais recentes disponibilizados pelo SEBRAE, referentes à Pesquisa GEM 2016, sinalizam que 36% dos brasileiros possuem um negócio próprio ou, então, realizaram alguma ação com o intuito de criarem sua empresa.

No entanto, o empreendedorismo sempre exige mais na prática do que na teoria. Acreditar que somente a paixão pelo que se faz pode transformar um hobby em uma excelente oportunidade de ganhar dinheiro é utopia.

Para compreender o que é necessário para montar um negócio lucrativo e atingir excelentes resultados em uma jornada empreendedora, siga a leitura e explore os insights que reunimos nesta matéria.

Como montar um negócio lucrativo

Como montar um negócio lucrativo e prosperar no empreendedorismo?

Ideias geniais para empreendimentos realmente não faltam. É interessante mencionar que o levantamento do SEBRAE também apontou que possuir um negócio próprio é o quarto maior sonho do cidadão brasileiro. Viajar pelo Brasil é o primeiro desejo, seguidos da casa própria e o automóvel.

Por outro lado, os dados publicados em 2016 evidenciaram que 24% das empresas no Brasil deixam de operar em 2 anos. Em termos práticos, isso revela que grande parte dos empreendedores brasileiros ainda falham na tentativa de fazer seu negócio crescer e prosperar.

A razão, não raro, está na falta de preparo mental para o empreendedorismo. Claro que vender seus talentos como serviços ou produtos poderá ser uma excelente aposta. Mas empreender vai exigir mais de você.

Por mais que você ame o que faça, a jornada de administrar seu próprio business irá demandar foco, responsabilidade, organização e seriedade para lidar com questões burocráticas. Daí a importância de estar atento às aptidões indispensáveis ao empreendedor.

É sobre elas que falaremos na sequência.

4 habilidades essenciais para montar um negócio lucrativo inspirado por seu hobby

O empreendedorismo não possui uma única faceta. Há, naturalmente, diferentes perfis de empreendedores bem sucedidos e não existe uma fórmula pronta para obter sucesso na tentativa de transformar um hobby em negócio.

As quatro aptidões mencionadas abaixo, no entanto, são inerentes a todo e qualquer empreendedor capaz de converter seu talento em dinheiro:

1)   Polivalência

Imagine que você adora cozinhar e deseja abrir um restaurante repleto de clientes. Pode ser uma excelente aposta, mas apenas manejar o fogão não basta. Provavelmente, você também terá que administrar a limpeza do local, recrutar funcionários, emitir alvarás e contatar fornecedores. Apenas para citar algumas das tarefas.

É isto que significa ser polivalente: lidar não somente com a parte do negócio que você domina, mas estar sempre aberto a desenvolver novas competências e ter uma visão global.

2)   Discernimento

Transformar um hobby em negócio exige responsabilidade. A partir do momento em que você decide empreender, terá de exercer uma boa capacidade de discernimento a todo instante para priorizar tarefas e gerenciar seu dia a dia.

Você não poderá esperar ordens de ninguém. Todas as decisões vão estar centralizadas em você.

3)   Perspicácia

Assim como você, milhares de brasileiros desejam transformar seus hobbies em negócios.

Por isso, a perspicácia é fundamental: o empreendedor precisa ser sagaz e constantemente se questionar o que lhe diferencia da concorrência, avaliando como é possível aprimorar seu produto ou serviço de maneira recorrente.

4)   Antifragilidade

Mais do que resiliente, o empreendedor deve ser antifrágil. Isso significa encarar os erros como oportunidades de aprendizagem e, simultaneamente, trabalhar com foco para que eles não voltem a ocorrer.

A vida do empreendedor é repleta de altos e baixos. Você precisa preparar sua mente para lidar com eles.

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Economia Colaborativa: o que esse novo modelo exigirá das lideranças no futuro?

Há um inegável movimento em curso na forma como as pessoas trabalham, se locomovem, se relacionam com a alimentação e o ambiente em seu entorno. Isso possui impacto direto, naturalmente, no consumo. É a ascensão da chamada economia colaborativa que, embora tenha iniciado tímida no Brasil, agora vive seu apogeu.

A economia colaborativa faz nascer novos modelos de negócios, ressignifica a forma como consumidores enxergam as empresas e exige um novo mindset profissional tanto para colaboradores que atuam nesse tipo de organização, quanto para líderes corporativos de forma geral. Afinal, seu impacto abrange todos. Sem exceção.

Para compreender como sua carreira poderá ser influenciada pela economia colaborativa e quais competências profissionais serão essenciais nesse novo modelo, siga a leitura e explore os insights que reunimos nesta matéria.

economia colaborativa

Compreenda o conceito de economia colaborativa

A essência por trás da chamada “sharing economy”, termo cunhado originalmente em inglês, é a ideia de que bens de consumo e serviços sejam compartilhados. Tudo para que a utilização de recursos humanos e meios de produção ocorra de uma forma sustentável e consciente. Na contramão do consumismo exacerbado.

Não há melhor forma de ilustrar a economia colaborativa do que através de exemplos. Dados da Uber, divulgados pela Folha de São Paulo, sinalizam que o número de motoristas do aplicativo entre 2016 e 2017 saltou de 50 para 500 mil. Em relação ao número de usuários da plataforma, são mais de 17 milhões mensalmente ativos.

É o conceito de crescimento exponencial traduzido em realidade.

Outro case interessante se refere aos coworkings, ou seja, escritórios compartilhados. Dados do Censo Coworking 2018 mostraram um aumento de 47% no número de coworkings no Brasil entre 2017 e 2018. O salto foi de 810 para 1.194 em todos os municípios do país com mais de 150 mil habitantes.

A sociedade em rede é irrefreável. Os dados evidenciam que esse será o modelo de futuro. Mas qual será o impacto desse cenário para o mercado profissional, seus líderes e colaboradores? O tópico a seguir traz algumas ideias.

O que as empresas colaborativas vão exigir de seus líderes?

As organizações que ficarão conhecidas neste século serão reconhecidas pela inovação eficiente, sustentada, em grande escala. A chave dessa capacidade não é a lealdade à empresa nem a autonomia do agente livre; é, sim, uma forte comunidade colaborativa”, escreveram Charles Heckscher, Laurence Prusak e Paul Adler, em artigo publicado na Harvard Business Review Brasil.

As lideranças à frente da inovação, invariavelmente, terão de dominar competências como:

1)   Flexibilidade no diálogo

Companhias colaborativas são colaborativas em essência. Por isso, ainda que esteja numa posição de hierarquia, o líder deverá ter abertura ao diálogo, ouvir feedback dos colaboradores, estar aberto a ocupar uma posição de coautor nos processos.

2)   Coerência na ação de acordo com o propósito

Na era colaborativa, é essencial que as ações dos líderes estejam alinhadas ao propósito da companhia. As decisões não podem ser embasadas com foco apenas no lucro. Para isso, a liderança deve ser dada através do exemplo.

3)   Capacitação para aliar flexibilidade e disciplina

Em um modelo de negócio focado em desenvolver processos que permitam às pessoas trabalharem em um formato descentralizado e por meio de projetos flexíveis, o líder de sucesso será aquele capaz de equilibrar disciplina e maleabilidade. Para isso, a formação continuada será indispensável.

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